domingo, 7 de novembro de 2010

"Vamos pegar o feijão"



                        Meu irmão Cici Santana, pessoa de grande amizade no município Sericita e na redondeza, com algumas centenas de afilhados, recebe diariamente várias visitas em sua casa.

                       Os amigos e compadres chegam de manhã na cidade vindos da roça e vão diretamente para o comércio dele.

                       Alí, além das compras que fazem no comércio de meu irmão, rolam longos bate papos.

                      Meu irmão e minha cunhada são de uma hospitalidade reconhecida por todos. A casa vive cheia e ninguém sai dalí sem antes tomar um café reforçado, e se tiver na hora, o almoço.

                     Certa vez, isto já faz uns quinze anos, o comércio cheio e deu a hora do almoço. Como de costume e no palavreado que usa, foi saindo por dentro do comércio rumo à cozinha e convidou "vem prá cá, vamos pegar o feijão".

                     Já com fome, já que levantaram cedo, conforme costume da roça, pensaram: "é, vamos pegar o rango", assim cerca de 15 a 20 pessoas sairam em fila atrás do meu irmão. Preocupado com o número elevado de pessoas que o acompanhavam, e sabendo que minha cunhada neste dia não estava preparada para receber aquela quantidade de visitas para o almoço pensou consigo: "tenho que arranjar uma saída, o almoço não vai dá prá tanta gente", foi aí que ao passar pelos depósitos do comércio, viu grande quantidade de sacas de feijão, e foi aí que pensou: "achei a saída" e foi logo dizendo para os amigos e compadres: "olha gente o feijão que eu quero que ocêis pega é aquela sacaria alí: (umas 200 sacas), apontando com o dedo, transportar dalí para aquele depósito do lado de lá da rua, mas não precisa correr"). Seus amigos atenderam de pronto a recomendação, pois um pedido de meu irmão era uma ordem para eles. Deixou os amigos transportando o feijão e foi almoçar com tranquilidade.

sábado, 6 de novembro de 2010

                 VAMOS REFLETIR?      
       
                   A questão do meio ambiente deveria se traduzir em ações permanentes da população em geral visando melhoria na qualidade de vida.
                  Diariamente assistimos pela imprensa o quanto este assunto é importante. A questão da água talvez seja o mais grave, mas temos o desmatamento que ocorre ininterruptamente, aqui e acolá, pequenas e grandes áreas, de preservação permanente, ou não. As queimadas nos entristecem. Virou rotina: é chegar a seca e a falta de conscientização, a irresponsabilidade de pessoas, transformam parte importante de nossa vegetação em cinzas.
                 O lixo urbano é outro fator que afeta gravemente nossas cidades. A grande maioria não possui aterros sanitários e nem coleta seletiva do lixo. As ruas são limpas carinhosamente pelos funcionários, mas o destino do lixo transportado em caminhões, nem sempre tem o destino mais apropriado.
                  Não é avaliada pelas autoridades, muito menos pela comunidade, a destinação de determinados tipo de lixo, como pilhas, que jogadas aleatoriamente causam altos riscos ao meio ambiente. Os metais que a compõem como cobre, zinco e chumbo, são altamente nocivos à nossa saúde.
                 É tão difícil assim, que o município tome providências no sentido de destinar um local para depositar determinados tipos de lixo, como pilhas, cartuchos de impressoras, baterias, radiografias, entre outros? Ou mesmo nós, membros da comunidade iniciar um trabalho para que isso aconteça?
                 São produtos nocivos e os riscos são grandes, embora não os percebemos.
                        Por algumas vezes acessei o Blog "Jornal de Sericita". Postei alguns comentários e lí tantos outros postados por colaboradores do respectivo Blog.
                        José Geraldo, responsável pela criação desse espaço, algum tempo atrás convidou-me a tornar-me um colaborador. Agradecido, aceitei o convite e cheguei a postar alguns comentários, porém por falta de tempo não tenho sido assíduo na postagem dos mesmos.
                        Portanto, recebam aí minha justificativa, prometendo todavia, estar mais presente: lendo, comentando e postando algo, que no meu entender possa fazer bem àqueles que o lerem.
                        Aproveitando, quero enviar o meu abraço ao José Geraldo, editor do Jornal de Sericita e dizer-lhe da alegria de sua visita  no início desta semana.

Lázaro Santana